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Os técnicos que marcaram época no Flamengo

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O Flamengo, ao longo de sua história, teve a sorte de contar com diversos técnicos que deixaram um legado significativo no clube. Esses profissionais foram responsáveis por conduzir o time em momentos de glória e também em desafios difíceis, deixando suas marcas indeléveis na trajetória rubro-negra.

Flávio Costa, o Pioneiro do Sucesso

O técnico Flávio Costa foi o primeiro grande nome a deixar sua marca no Flamengo. À frente da equipe nos anos 40, ele conquistou dois Campeonatos Cariocas consecutivos, em 1942 e 1943. Foi com ele que o clube iniciou sua trajetória de conquistas e de sucesso, tornando-se uma referência no cenário nacional.

Zagallo, o Mestre das Conquistas

Mario Jorge Lobo Zagallo, um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, também teve uma passagem memorável como técnico do Flamengo. Ele comandou a equipe em duas ocasiões distintas, em 1965 e 1981. Foi sob sua liderança que o time conquistou a Taça Libertadores da América e o Mundial Interclubes, em 1981, alcançando a glória máxima no cenário internacional.

Carpegiani e a Geração de Ouro

Paulo César Carpegiani, um dos técnicos mais queridos pela torcida rubro-negra, também marcou época no Flamengo. Sua passagem em 1981 foi histórica, pois ele esteve à frente da equipe durante a conquista do Mundial Interclubes e o bicampeonato brasileiro. Carpegiani teve papel fundamental na formação da lendária “Geração de Ouro”, que encantou o país com seu futebol vistoso e eficiente.

Joel Santana, o Rei do Rio

Joel Santana, carinhosamente conhecido como “Papai Joel”, é outro nome que não pode ser esquecido quando se fala dos técnicos marcantes no Flamengo. Ele teve uma passagem notável em 1996, conquistando o Campeonato Carioca e o Campeonato Brasileiro. Joel é lembrado pela sua simpatia e por suas frases icônicas, que o tornaram um verdadeiro ícone na história do clube.

Zico, o Galinho Treinador

Dentre as lendas do Flamengo, também está Zico, o Galinho de Quintino. Ídolo dentro de campo, Zico também teve experiências como técnico do clube. Sua passagem em 2002 foi marcada por um futebol ofensivo e vistoso, seguindo a tradição rubro-negra. Embora tenha enfrentado alguns desafios, Zico é e sempre será um símbolo de paixão e dedicação ao Flamengo.

Renato Gaúcho, o Mestre da Superação

Renato Gaúcho, um dos maiores ídolos da história do futebol brasileiro, também deixou sua marca como técnico no Flamengo. Sua passagem em 2011 foi marcada por um trabalho de superação, em que conquistou a Taça Guanabara e levou o time à final da Copa do Brasil. Renato soube motivar a equipe e transmitir sua paixão pelo futebol, tornando-se uma figura querida pela torcida rubro-negra.

Jorge Jesus e o “Mister” do Futebol Brasileiro

Em 2019, o Flamengo contou com um técnico estrangeiro que revolucionou o futebol brasileiro. Jorge Jesus, conhecido como “Mister”, trouxe uma filosofia de jogo moderna e ofensiva, levando o time a conquistar a Taça Libertadores da América e o Campeonato Brasileiro, ambos no mesmo ano. Sua passagem pelo clube deixou um legado de vitórias, atuações memoráveis e um estilo de futebol que encantou o país.

Rogério Ceni, o Ídolo no Comando

Em 2020, o Flamengo recebeu um técnico que já havia sido um ídolo como jogador: Rogério Ceni. O ex-goleiro do São Paulo, com uma história de sucesso no futebol, assumiu o desafio de comandar o rubro-negro. Sua passagem pelo clube foi marcada por conquistas importantes, como a Supercopa do Brasil e o bicampeonato brasileiro. A identificação de Ceni com a torcida e sua dedicação ao time o tornaram um nome especial na história recente do Flamengo.

O Futuro do Flamengo

O Flamengo segue em busca de novos horizontes, e o comando técnico continuará sendo peça-chave nessa caminhada. O clube busca profissionais que estejam à altura de sua grandeza e que consigam manter a tradição de conquistas e vitórias. Os torcedores têm a esperança de ver novos técnicos deixando suas marcas no clube, continuando a tradição de sucesso e paixão que torna o Flamengo uma das maiores potências do futebol brasileiro.

Conclusão

Os técnicos que marcaram época no Flamengo são parte fundamental da rica história do clube. Cada um com seu estilo, filosofia e personalidade, contribuiu para a formação da identidade rubro-negra, deixando um legado de vitórias e conquistas inesquecíveis.

Desde os pioneiros Flávio Costa e Zagallo, passando por Carpegiani, Joel Santana, Zico, Renato Gaúcho, Jorge Jesus, até chegar a Rogério Ceni e os que ainda virão, cada técnico deixa sua marca e escreve um capítulo importante na história do Flamengo.

Que o clube continue a atrair grandes profissionais, capazes de conduzir o time em busca de novas glórias e de manter a chama da paixão rubro-negra sempre acesa. O Flamengo é mais do que um clube, é uma paixão que une milhões de torcedores, e os técnicos que aqui passam são eternamente reverenciados e amados por essa imensa Nação Rubro-Negra.

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Supremo Tribunal Federal nega recurso do Flamengo em caso da Taça das Bolinhas

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A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal confirmou que o Sport Clube Recife é o único campeão brasileiro de futebol de 1987. Por unanimidade, o colegiado negou recurso apresentado pelo Clube de Regatas Flamengo contra a decisão do ministro Dias Toffoli que manteve o entendimento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

O tribunal estadual havia rejeitado o pedido do clube carioca para que fosse reconhecido como vencedor da Taça das Bolinhas, conferida ao clube que primeiro conquistasse o campeonato por três vezes consecutivas ou cinco vezes alternadamente. Segundo o TJ-RJ, o STF, no julgamento do RE 881.864, em decisão da qual não cabe mais recurso, reconheceu o Sport como vencedor do Brasileiro de 1987. Dessa forma, o Flamengo não teria direito à taça.

O ministro Dias Toffoli lembrou que, no julgamento desse recurso, a 1ª Turma do STF manteve decisão da Justiça Federal de Pernambuco que havia proclamado o Sport campeão de 1987 e ratificado o entendimento de que a resolução da Confederação Brasileira de Futebol de 2011 que declarou também o Flamengo como vencedor do torneio ofendeu a autoridade da decisão daquela corte. Assim, a Taça das Bolinhas foi entregue ao São Paulo (campeão brasileiro em 1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008).

O relator observou ainda que não é possível analisar as alegações do Flamengo, pois as Súmulas 279 e 454 do STF não permitem reexame de prova nem interpretação de cláusulas contratuais em recurso extraordinário. Com informações da assessoria de imprensa do STF.

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Julgamento do caso Gabigol é marcado; atacante vai à Suíça participar

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A Corte Arbitral do Esporte (CAS) agendou o julgamento do caso Gabigol, relacionado a uma possível tentativa de fraude em exame antidoping, para o dia 7 de junho. Em março, o atacante do Flamengo foi suspenso por dois anos pelo Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD-AD), mas recorreu ao tribunal internacional e conseguiu um efeito suspensivo no final de abril.

A informação foi inicialmente divulgada pelo jornalista Venê Casagrande e posteriormente confirmada pelo ge, que descobriu que Gabigol viajará para a Suíça para participar pessoalmente do julgamento. No entanto, sua viagem não resultará em sua ausência nos jogos do Flamengo no início de junho: o clássico contra o Vasco no dia 2 e a partida contra o Grêmio no dia 13.

O CAS, que é a última instância no esporte, decidirá se Gabigol será absolvido ou se sua suspensão será mantida até abril de 2025. Tanto o Flamengo quanto a defesa do jogador estão otimistas após o pedido de efeito suspensivo ter sido aceito por unanimidade, com decisão tomada por dois ingleses e um suíço.

Detalhes do caso Todo o processo no CAS gera custos judiciais, que devem ser divididos entre as partes. Na segunda quinzena de abril, a defesa de Gabigol foi informada de que a ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) não havia pago sua parte das custas judiciais. Para evitar atrasos, o jogador arcou com a quantia pendente.

Dias depois, a ABCD enviou sua parte da documentação e indicou um árbitro alemão. No entanto, essa documentação foi rejeitada pelo CAS por questões administrativas, resultando na perda do direito da ABCD de indicar o árbitro para compor o tribunal.

Assim, o CAS selecionou dois dos três árbitros que analisaram o pedido de efeito suspensivo. A mesa foi composta por um inglês indicado pela defesa de Gabigol, além de outro inglês e um suíço indicados pelo tribunal. Os três votaram a favor do efeito suspensivo para o atacante, que agora aguarda a decisão final sobre o recurso.

Na argumentação enviada ao CAS, a defesa destacou o “periculum in mora” (perigo da demora) e o “fumus boni juris” (aparência do bom direito). O principal pedido foi pela análise rápida do processo, pois qualquer demora poderia resultar no cumprimento parcial ou total da suspensão imposta a Gabigol.

Além disso, o escritório Bichara e Motta mencionou que o julgamento de Gabigol no TJD-AD foi apertado, com cinco votos a favor da suspensão e quatro contra. O documento também contém outros argumentos que antecipam as razões que a defesa utilizará no recurso, buscando a anulação da suspensão.

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Flamengo garante premiação pela classificação às oitavas da Copa do Brasil

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Na noite desta quarta-feira, o Flamengo venceu novamente o Amazonas por 1 a 0 na Arena da Amazônia, com gol de Pedro, garantindo assim sua vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. Com a classificação, o clube receberá R$ 3,465 milhões em premiação, somando um total de R$ 5,670 milhões até o momento.

As oitavas de final da Copa do Brasil estão programadas para as semanas dos dias 31 de julho e 7 de agosto, com os confrontos sendo definidos em sorteio pela CBF, em data a ser anunciada.

Com a suspensão do Campeonato Brasileiro por duas rodadas, o Flamengo só volta a campo na próxima quarta-feira, pela Conmebol Libertadores, enfrentando o Millonarios no Maracanã, às 21h (horário de Brasília), em busca da classificação para as oitavas de final.

Confira abaixo os valores da premiação da Copa do Brasil 2024:

  • Primeira fase: R$ 1,47 milhão (Série A), R$ 1,312,5 milhão (Série B) e R$ 787,5 mil (demais clubes);
  • Segunda fase: R$ 1,785 milhão (Série A), R$ 1,47 milhão (Série B) e R$ 945 mil (demais clubes);
  • Terceira fase: R$ 2,205 milhões;
  • Oitavas de final: R$ 3,465 milhões;
  • Quartas de final: R$ 4,515 milhões;
  • Semifinais: R$ 9,45 milhões;
  • Vice-campeão: R$ 31,5 milhões;
  • Campeão: R$ 73,5 milhões.
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